Afine a cintura em até 9 centímetros em 2 semanas

elastico

Incrível, quem diria que em apenas 5 minutos deste “exercício” por dia você pode perder até nove, isso mesmo, nove centímetros de diâmetro em duas semanas.

Mas vamos ao que interessa!

Basicamente é necessário ficar deitado por 5 minutos, com os dedões juntos preso a um elástico de cabelo, unindo os calcanhares durante 5 minutos por dia.

Segundo o inventor desse exercício é possível perder ate 9 cm de circunferência em duas semanas. O motivo seria que este exercício ajuda a colocar a bacia no lugar ocupando o espaço da gordura.

Assistam aos vídeos e tirem as conclusões.

Que tal tentar?

Coloquem os resultados nos comentários.

Pontos importantes a se considerar:

  1. Usar um elástico que não machuque e não      force seus dedos.
  2. Entrelaçar os dedos suavemente, não prenda      dando voltas e voltas com o elástico.
  3. De preferência deitar-se em um lugar reto.
  4. As mãos podem ficar livres, então você      pode estar fazendo esse exercício mesmo lendo um livro ou telefonando.
  5. Fazer durante 5 minutos, não mais que      isso. Não exagere.
  6. Se sentir dores, pare!
  7. Não é preciso restringir nenhum alimento. Faça      as refeições como sempre.
  8. O resultado aparecerá entre 1 a 2 semanas.

vídeo 1

vídeo 2

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Olimpíadas 2012 – Os 190 milhões de técnicos

Somos um país engraçado: pouca tradição em esportes olímpicos e com algum destaque de tempos em tempos em determinada modalidade. Ora foi Robson Caetano, ora foi a seleção masculina de basquete de 1984, ora a seleção de vôlei com a era Bernardinho, ora Cielo e Cia na natação, enfim nunca houve constância e também não acho que num país onde falte tanta coisa e tantas outras são ceifadas por mãos inescrupulosas que deveriam ceder possamos nos tornar potência sequer numa única modalidade olímpica.

Os atletas que se destacam o fazem muito por esforço pessoal e uma grande parcela de destino, já que nossas escolas não conseguem desenvolver o potencial de nenhuma promessa dos esportes.

Fabiana Murer, atleta do salto com vara, que desconhecíamos até a sua chegada, não saltou nas provas classificatórias e tem sido alvo de críticas e piadas maldosas. Como alguém que nunca esteve numa pista de atletismo, não sabe sequer as regras do esporte ou de qual material o equipamento para a prática daquele esporte é feito pode ser tão duro nas críticas? Não sei se Fabiana, fez certo ou errado em não realizar o salto, mas tenho certeza que ela tomou esta decisão baseada na sua visão da realidade naquele momento. Se o vento também soprava para as demais atletas e estas conseguiram saltar, ótimo! Talvez tenham tido melhores condições, físicas, psicológicas, equipamentos, percepção, etc, de realizar o salto. Ir até o rodapé de uma notícia ou à página da atleta numa rede social criticá-la e fazer chacota é fácil quero ver quantos estão dispostos a realizar um dia de treinamento com ela e sentir sua rotina árdua, ou ainda, sonho com o dia que estes críticos cobrarão, com igual fervor, dos reais responsáveis por nossa participação ínfima no panorama mundial dos esportes. Claro que isto não será feito, pois ainda vivemos a política do pão e circo e muitos aplaudem, acham que seus atos diante uma urna, ou ao pedir “aquele favor” ao político amigo não faz mal nenhum.

Retirem suas vendas, tomem as rédeas do que vai na política, economia, educação, esportes, desenvolvimento, etc de seu país. Quantas cidades podem contar com escolas que incentivam os esportes ou com cursos específicos oferecidos e incentivados pelo governo? Quantos desses 190 milhões de críticos da Fabiana (que é ‘bola’ da vez) já cobraram das autoridades maior empenho no oferecimento do desenvolvimento esportivo. Muitos me dirão: Ah! Mas na minha escola pública nós temos aula de educação física. Sei, onde as atividades desenvolvidas durante o ano letivo e todo o período da vida acadêmica, até o ensino médio, são futebol para meninos e vôlei para meninas? E o handebol, o basquete, a ginástica artística, o atletismo (e suas milhões de modalidades), a natação, o hipismo, o hóquei sobre grama, a esgrima e tantas outras modalidades que nem conheço?

Portanto, enquanto não abrirem a boca para reclamar o que lhe é de direito e a quem possa lhe oferecer, abstenha-se de criticar Fabiana Murer ou qualquer outro atleta da federação brasileira.

 Li é genérica e não gosta de cobranças infundadas.

Acumuladores

Ao ler esta matéria no portal UOL um medo real me pega novamente: a de me tornar uma acumuladora. Não que minha casa viva atulhada de coisas ou que eu saia colecionando qualquer papelzinho usado, mas se não fizermos uma revista geral e periódica podemos nos tornar um foco de coisas inúteis.

 Sempre li que guardar coisas inservíveis, inúteis ou estragadas não faz bem à energia da casa, ao ambiente e, consequentemente aos moradores e freqüentadores daquele espaço. Mais recentemente comecei a ouvir que juntar este tipo de material era prejudicial ao planeta, que aumenta nossa pegada ecológica. Seja pela renovação energética, seja pela redução de minha pegada, venho aos poucos separando, reutilizando, repassando aquilo que não me serve mais. Não sei quais benefícios, se energéticos ou se de redução de pegada, isso tem me trazido, mas tem me feito um bem danado.

  Há algum tempo eu queria panelas de inox, são duráveis, mais saudáveis e economizam tempo e gás (opa! Olha a redução do consumo!). Após meses namorando-as e esperando uma boa promoção (só pq eu sou louca por promoções) as adquiri. Chegaram numa quinta-feira, no sábado posterior era dia da faxineira e eu aproveitei para lavar as panelas novas, retirar as antigas do armário, colocar na mesma caixa das novas (olha a reutilização) e ainda dei uma olhada nas outras repartições do armário e consegui retirar 15 copos (o que um apartamento com 2 moradores humanos e 2 moradores felinos faz com tanto copo?). Após tudo organizado, dentro das caixas reutilizadas, deixei-os no canto que mais tarde levaria à casa da minha tia, que trabalha numa área carente de nossa cidade e com certeza teria serventia. Pois a providência divina foi mais urgente e a faxineira se manifestou dizendo que o filho resolvera se juntar com a namorada, mas não tinham nada ajeitado e tampouco condições de adquirir o mínimo necessário. Falei a ela: agarre minha filha e logo! Ainda me sobrou uma caixa de papelão que ainda hoje serve de playground para os gêmeos (apelido carinhoso de nossa dupla felina), juntamente com outra caixa que deve ter vindo com alguma compra de mercado. Só preciso estudar uma maneira de reforçar estas caixas, uní-las e fazer alguns buracos para que se torne um espaço mais lúdico para as crianças em crescimento.

 

            Nessa balada, além das panelas e copos, eu já revisei livros que logo que fizer a lista estarão disponíveis para venda em www.estantevirtual.com.br e arquivos eletrônicos, ainda esta semana pretendo atacar o armário do quarto dos gêmeos onde estão alguns utensílios ou repetidos ou que nunca foram usados por nós nestes 2 anos de casório e por último o closet. Lidar com nossas roupas e mudanças do corpo é um exercício de reflexão e conhecimento próprio e não só um desfazer de tralha (tralha é tudo aquilo que não me serve, não necessariamente algo quebrado ou inutilizável) e por isso pode demorar um pouco e tenho medo de me tornar uma acumuladora. Separar as roupas pode ser difícil e vai ficando, aí já que não separei as roupas não preciso revisar os livros e também não é preciso mexer naquele cantinho onde fomos deixando algumas coisas e logo, sem me dar conta pode ter me sobrado apenas um corredor para transitar entre os milhares de objetos que uma casa pode guardar.

 Para fugir desse fantasma tenho me policiado da seguinte maneira: algo novo entrou em casa, algo velho tem de sair – só vale para coisas de mesmo peso e valor. Por exemplo, eu não poderia ter entrado com as panelas e ter posto fora uma revista semanal.

Compras complementares – objetos que complementam o uso de algo que já temos em casa devem ser pensados, pesquisados e serem duráveis.

Roupas – mexer no guarda-roupa está difícil? Então enquanto passo a roupa já vejo se voltaria a usá-la, se a resposta for negativa há uma sacola onde estas peças devem ser depositadas e posteriormente separadas.

Por enquanto tem dado certo, pois não precisei comprar nenhum organizador novo e até sobra-me espaços nos armários e gavetas.

E você, o que já doou, reutilizou ou reciclou hoje?

 

Li é genérica, administradora e preocupada em manter sua sanidade, mesmo que seja só pela ecologia.

F.U.C.K

SEXO COM CULTURA…

Você sabia que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?

Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase: ‘ Fornication Under Consent of the King’  (fornicação sob consentimento do rei) = sigla F..U.C.K. Daí a origem da palavra chula FUCK.

Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:  ‘Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo’ = sigla F.O.D..A. Daí a origem da palavra FODA.

Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:  ‘Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida’ = sigla P.U.N.H.E.T.A.

Vivendo e aprendendo…

A gente pode até dizer palavrão, mas com conhecimento e cultura é outra coisa!

Enviado por prof.JR