#somostodosmacacos?

A nova modinha das redes sociais, posar com banana.
Só virou modinha porque os famosos estão oportunamente “apoiando” o atleta Daniel Alves.
Fica a pergunta:
Por que não fizeram o mesmo quando o arbitro Márcio Chagas da Silva foi vitima de racismo em seu próprio país?
O que é pior, racismo, oportunismo ou hipocrisia?
Link1: http://www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/somostodosmacacos-foi-criado-por-agencia-de-publicidade-7487.html

Link2: http://esportefino.cartacapital.com.br/neymar-macacos-banana-loducca/

#somostodosbananas

generico362

https://www.facebook.com/blogenerico

Afine a cintura em até 9 centímetros em 2 semanas

elastico

Incrível, quem diria que em apenas 5 minutos deste “exercício” por dia você pode perder até nove, isso mesmo, nove centímetros de diâmetro em duas semanas.

Mas vamos ao que interessa!

Basicamente é necessário ficar deitado por 5 minutos, com os dedões juntos preso a um elástico de cabelo, unindo os calcanhares durante 5 minutos por dia.

Segundo o inventor desse exercício é possível perder ate 9 cm de circunferência em duas semanas. O motivo seria que este exercício ajuda a colocar a bacia no lugar ocupando o espaço da gordura.

Assistam aos vídeos e tirem as conclusões.

Que tal tentar?

Coloquem os resultados nos comentários.

Pontos importantes a se considerar:

  1. Usar um elástico que não machuque e não      force seus dedos.
  2. Entrelaçar os dedos suavemente, não prenda      dando voltas e voltas com o elástico.
  3. De preferência deitar-se em um lugar reto.
  4. As mãos podem ficar livres, então você      pode estar fazendo esse exercício mesmo lendo um livro ou telefonando.
  5. Fazer durante 5 minutos, não mais que      isso. Não exagere.
  6. Se sentir dores, pare!
  7. Não é preciso restringir nenhum alimento. Faça      as refeições como sempre.
  8. O resultado aparecerá entre 1 a 2 semanas.

vídeo 1

vídeo 2

Rogerio Santos no Teatro da Vila

São Paulo, 10/11/12.

Foi nessa data cabalistica que o poeta e compositor paulistano Rogerio Santos lançou o CD “Crônicas Paulistanas” no Teatro da Vila. Apesar da forte chuva  os amigos, fãs e apreciadores da boa música lotaram o espaço e puderam curtir o trabalho de Rogerio Santos.

Os músicos

No palco o som redondo e entrosado é produzido por músicos experientes e da mais alta competência. Floriano Villaça – Violão, Mariô Rebouças – Piano, Caio Góes – Baixo, Welington Moreira Pimpa – Bateria/Percussão, são a base (e que base!). Na metade do show Italo Peron – violão de 7 cordas e Fabio Peron – bandolin, juntam-se a banda, eles são a pitada de samba paulistano que tornam o som do “Crônicas Paulistanas” tão peculiar.

Participações especiais

A talentosa Luiza Albuquerques  interpretou “Prisma”

e Rita Maria “Pequeno conto”.

Preste atenção nesses nomes, creio que em breve ouviremos falar muito dessas duas interpretes.

O repertório

O show começa com “Soul da Cidade” um retrato cantado da maioria dos paulistanos. Em seguida uma das maiores declarações de amor feitas a “Freguesia do Ó”, que segundo Luca – italiano que já residiu na Freguesia do Ó  e  assistiu o show via internet – fez verter lágrimas de seus olhos.

Como todo paulistano que se o preza Rogerio Santos protesta em “Carro Anfíbio” contra as enchentes e os “insetos sem asinhas” que administram a paulicéia. Destaque para a grande sacada da pianista e musa Mariô Rebouças, que inseriu pitada de sarcasmo musical no arranjo. “Valsa Etérea” é uma  canção que merecia estar na trilha de um filme de amor, ponto.

Outra canção bela canção que deveria estar numa trilha de filme é “Poente” que segundo Rogerio Santos foi feita em homenagem a um amigo que fez a sua passagem precocemente. De porcelana é o amor – diz o bluesão – “No Ar”, enquanto isso o violonista  Floriano Villaça se diverte entre bends,
vibratos e pentatônicas.

E por falar diversão, “Nação Piratininga” composta no “idioma morto” guarani remete o ouvinte mais atento à vanguarda paulistana dos anos oitenta. “Torresmo na Madruga” outra crônica divertida que só quem é paulistano entende, com direito a ágio, busão noturno e torresmo.

“Pra descolar uma rã é preciso aprender engolir sapo”, enquanto Rogerio Santos canta os versos de “Samba do Brejo” o instrumental bem elaborado lembra em alguns momentos a banda metalurgia, mas acaba adquirindo personalidade com o acrescimo do bandolim de Fabio e o violão de 7 cordas de Italo. Grande sacada musical.

“Breque do Guioza” conta a saga de milhares de brasileiros radicados no Japão, muitos desses se apesar de sentir falta da “vida paulistana”, acabam se apaixonando pelo país do sol nascente.

“Enquanto pensas fato, no zapt da situação me cravo no teu coração”. E Rogerio Santos descreve bem o paulistano que não perde tempo, ele surfa no instrumental multicultural de “Beijo Torpedo”.

Se você chegou até aqui tenho certeza que vai correr para comprar o CD “Crônicas Paulistanas” de Rogerio Santos, um disco sincero, honesto, feito por paulistanos que amam sua cidade e que sabem traduzi-la em música.

O Projeto da Gravação do CD contou com o apoio da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, através do ProAC. Eles sabem o que é bom!

Breque do Guioza

Crônicas Paulistanas

http://folhadecima.blogspot.jp/

http://www.myspace.com/rogerio.santos

Por DD

Olimpíadas 2012 – Os 190 milhões de técnicos

Somos um país engraçado: pouca tradição em esportes olímpicos e com algum destaque de tempos em tempos em determinada modalidade. Ora foi Robson Caetano, ora foi a seleção masculina de basquete de 1984, ora a seleção de vôlei com a era Bernardinho, ora Cielo e Cia na natação, enfim nunca houve constância e também não acho que num país onde falte tanta coisa e tantas outras são ceifadas por mãos inescrupulosas que deveriam ceder possamos nos tornar potência sequer numa única modalidade olímpica.

Os atletas que se destacam o fazem muito por esforço pessoal e uma grande parcela de destino, já que nossas escolas não conseguem desenvolver o potencial de nenhuma promessa dos esportes.

Fabiana Murer, atleta do salto com vara, que desconhecíamos até a sua chegada, não saltou nas provas classificatórias e tem sido alvo de críticas e piadas maldosas. Como alguém que nunca esteve numa pista de atletismo, não sabe sequer as regras do esporte ou de qual material o equipamento para a prática daquele esporte é feito pode ser tão duro nas críticas? Não sei se Fabiana, fez certo ou errado em não realizar o salto, mas tenho certeza que ela tomou esta decisão baseada na sua visão da realidade naquele momento. Se o vento também soprava para as demais atletas e estas conseguiram saltar, ótimo! Talvez tenham tido melhores condições, físicas, psicológicas, equipamentos, percepção, etc, de realizar o salto. Ir até o rodapé de uma notícia ou à página da atleta numa rede social criticá-la e fazer chacota é fácil quero ver quantos estão dispostos a realizar um dia de treinamento com ela e sentir sua rotina árdua, ou ainda, sonho com o dia que estes críticos cobrarão, com igual fervor, dos reais responsáveis por nossa participação ínfima no panorama mundial dos esportes. Claro que isto não será feito, pois ainda vivemos a política do pão e circo e muitos aplaudem, acham que seus atos diante uma urna, ou ao pedir “aquele favor” ao político amigo não faz mal nenhum.

Retirem suas vendas, tomem as rédeas do que vai na política, economia, educação, esportes, desenvolvimento, etc de seu país. Quantas cidades podem contar com escolas que incentivam os esportes ou com cursos específicos oferecidos e incentivados pelo governo? Quantos desses 190 milhões de críticos da Fabiana (que é ‘bola’ da vez) já cobraram das autoridades maior empenho no oferecimento do desenvolvimento esportivo. Muitos me dirão: Ah! Mas na minha escola pública nós temos aula de educação física. Sei, onde as atividades desenvolvidas durante o ano letivo e todo o período da vida acadêmica, até o ensino médio, são futebol para meninos e vôlei para meninas? E o handebol, o basquete, a ginástica artística, o atletismo (e suas milhões de modalidades), a natação, o hipismo, o hóquei sobre grama, a esgrima e tantas outras modalidades que nem conheço?

Portanto, enquanto não abrirem a boca para reclamar o que lhe é de direito e a quem possa lhe oferecer, abstenha-se de criticar Fabiana Murer ou qualquer outro atleta da federação brasileira.

 Li é genérica e não gosta de cobranças infundadas.

Como ajudar um colecionador compulsivo

Alguns posts atrás eu falava sobre o hábito que temos de acumular coisas e que muitas vezes ultrapassa os limites da sanidade e, sim, acumular é uma doença que prejudica tanto o doente quanto seus familiares e amigos mais próximos.

Neste texto temos uma leitora (bem vinda!) que nos pede ajuda para sua irmã, que acredita ser uma acumuladora. Não sou nenhuma especialista no assunto e tampouco profissional da área o que posso citar aqui são dicas e não soluções, espero que compreenda a gravidade do problema e a minha limitação.

Em primeiro lugar não brigue, não force e não jogue nada fora escondido de um acumulador, o problema pode se agravar e ainda, de quebra, você perde a confiança dele.

Conversas podem ser muito proveitosas. O tipo de abordagem vai depender da idade da pessoa, o tipo de relacionamento que vocês mantém, da reação da pessoa e de todas aquelas sutilezas que são necessárias numa conversa. Lembre-se mais uma vez de não ‘jogar as coisas na cara’. Você pode demonstrar que aqueles brinquedos de 20 anos atrás não tem mais serventia alguma para pessoa e que pode fazer a alegria de muitas crianças. Visitem um orfanato, uma comunidade carente e demonstre a realidade. O acumulador normalmente vê esta situação, sabe que pode ajudar, mas acha que precisa de ‘seus tesouros’ para que tenha suas lembranças. Você pode propor exercícios: fechem os olhos e lembrem-se de cheiros, gostos e sensações que não possuem nenhum objeto atrelado; um segundo exercício pode ser o de guardar um objeto que o acumulador acha que necessita e marcar uma data para devolvê-lo, 1 mês ou mais depois, se ele mesmo perceber, após este período que não precisou do objeto pode ser um grande passo para ele desfazer seu império de quinquilharias.

Proponha-se a ajudá-lo, mas nunca interferira nas decisões do acumulador. Levem os objetos a lugares que o aproveitarão e veja a festa com que serão recebidos ou ainda promovam um bazar de usados e façam planos de multiplicar o valor arrecadado, quem sabe não nasce um empreendimento aí?

  

 Nada disso deu certo ou você acha que seu acumulador é mais teimoso que suas forças? Peçam ajuda de um psicólogo e nunca deixe de lembrá-lo como o espaço livre na casa, nos armários é benéfico para a saúde física e mental, fora que ajudar o próximo lhe faz um bem danado, lhe garanto que quem doa ganha muito mais do que quem recebe. (Eu doei sangue voluntariamente no sábado último e ainda estou sob o efeito desta felicidade, desculpem-me).

 

Boa sorte!!

 

Li é genérica e gosta de acumular somente amigos.

É CLARO que, bye bye!

Como perder um cliente

 

Por sugestão do DD, nosso eterno mentor e incentivador, conto um pouco meu drama com a minha atual operadora de telefonia móvel: Claro.

Sou cliente deles desde o tempo em que era BCP, os celulares só serviam para fazer ligações e pesavam cerca de 1Kg, isto é desde 01/05/98. Nesta época e por alguns anos eu morei no interior e precisava de um meio de comunicação eficiente e como sempre estava no meio da produção, na rua ou em alguma fazenda precisava que a telefonia móvel tivesse uma boa cobertura a opção era a Claro. Tive problemas com eles anteriormente? Inúmeros, desde uma falta crônica de sinal e ao ligar para a central ser avisada que estava tudo normal até a orientação de um atendente de que eu deveria retira a bateria do aparelho, com ele ligado, para a solução de algum problema de rede. Tudo bem, se no manual do aparelho não viesse expressamente escrito de que eu não deveria fazer isso. Ah! Sim, os aparelhos naquela época não se desmanchavam ao caírem no chão.

O que me prendia a eles, se nada era tão bom? Meu número. Sou apegada a ele, acho-o bonitinho e penso que não gravaria o outro, caso trocasse. Oh! Apareceu a portabilidade e a concorrência, não necessariamente nesta ordem. Toda vez em que pensava em trocar de operadora a Claro me prendia com o golpe da troca de plano e aparelhos ‘grátis’. Lá se iam mais 365 dias com a mesma operadora, porém nada era tão ruim: tenho 50.000 minutos para falar entre os 5 números da minha rede (1 mês tem 43.200 minutos, caso tenham a curiosidade de saber) e mais alguma outras vantagens.

 Com o término da faculdade e eu podendo estudar um pouco mais sobre minimalismo, redução de gastos domésticos, orçamento doméstico e etc pude ver o quão superdimensionado estava meu plano. Ao final de janeiro deste ano, me dirigi até a loja mais próxima e solicitei a revisão do meu plano, porém tive uma surpresa ao saber que, apesar de desfrutar de 5 linhas, eu pagava por 7 ou 8 linhas, pois quando das duas últimas trocas de planos, 2 últimos anos, portanto, o atendente não fez a baixa do plano que vinha usando e apenas inseriu o plano recém adquirido. Imediatamente solicitei o cancelamento dos planos anteriores (sim, eu tive de solicitar!) e a revisão das cobranças indevidas. O prazo dado para a revisão dos valores era de 5 dias úteis. Após 7 dias úteis entrei em contato. Deram-me novo prazo de dois dias úteis. Liguei após 4 dias úteis. Solicitaram novo prazo, rodei a baiana, subi nas tamancas e fui parar no supervisor do sei lá o quê que também não resolveu nada. Abri um chamado na Anatel relatando todo o ocorrido. Durante o carnaval o atendente da Claro me informa que eu minha solicitação fora atendida e que eles me devolveriam, em forma de desconto nas faturas seguintes, a cobrança indevida feita nos meses de 01/12; 12/11 e 11/11. OPA! Mas a cobrança é indevida a cerca de 24 meses! Recebo o absurdo de reposta de que se eu não reclamara anteriormente, não tinha direito a ressarcimento. Reabri o chamado na Anatel e recebi exatamente a mesma resposta padrão (informando do ressarcimento dos 3 últimos meses) dias antes de encerrar-se o prazo. Como eu estava às voltas com problemas de saúde na família (cachorros também são da família) perdi a chance de reabrir o chamado. Fiz uma nova reclamação na Anatel e parti para a loja da TIM, com quem eu já havia flertado.

Ainda dentro da loja, onde fui muito bem atendida, por sinal, recebi uma mensagem de texto da Claro pedindo que eu não mudasse de operadora. Na manhã seguinte um atendente me liga perguntando o motivo da minha mudança. Informei que era por conta desses problemas com a conta, o despreparo dos atendentes e, principalmente, a demora nos atendimentos. Já cheguei a ficar 3 horas para ser atendida num chat online e não consegui ser atendida. O atendente tentando me convencer de que eles mudaram todo o sistema “burrocrático” deles em apenas uma noite e de que tudo isso somente porque eu, uma cliente tão importante (cof) resolvera trocar de operadora. Faça-me rir! Ofereceu-me atendimento personalizado, exclusivo, 50% de desconto no valor do plano que eu escolher, torpedos gratuitos, internet gratuita e mais um monte de coisa que eu não uso e não tenho interesse em ter, na intenção de me convencer a continuar ali.

Ao informá-lo que não queria ter atendimento diferenciado somente porque resolvera trocar de fornecedor e sim, constantemente, pois foi assim que eu aprendi: cliente é cliente, seja ele há 15 anos ou 15 minutos. Recebo a resposta mais estapafúrdia possível: “Mas as outras operadoras também tem problemas!” Ótimo! Porque todos são ruins eu posso me nivelar por baixo e me calçar nisso! Olha, na verdade eu me contento com pouco: bastam informações sinceras, claras e objetivas.

 

Bye, bye Claro!

Acumuladores

Ao ler esta matéria no portal UOL um medo real me pega novamente: a de me tornar uma acumuladora. Não que minha casa viva atulhada de coisas ou que eu saia colecionando qualquer papelzinho usado, mas se não fizermos uma revista geral e periódica podemos nos tornar um foco de coisas inúteis.

 Sempre li que guardar coisas inservíveis, inúteis ou estragadas não faz bem à energia da casa, ao ambiente e, consequentemente aos moradores e freqüentadores daquele espaço. Mais recentemente comecei a ouvir que juntar este tipo de material era prejudicial ao planeta, que aumenta nossa pegada ecológica. Seja pela renovação energética, seja pela redução de minha pegada, venho aos poucos separando, reutilizando, repassando aquilo que não me serve mais. Não sei quais benefícios, se energéticos ou se de redução de pegada, isso tem me trazido, mas tem me feito um bem danado.

  Há algum tempo eu queria panelas de inox, são duráveis, mais saudáveis e economizam tempo e gás (opa! Olha a redução do consumo!). Após meses namorando-as e esperando uma boa promoção (só pq eu sou louca por promoções) as adquiri. Chegaram numa quinta-feira, no sábado posterior era dia da faxineira e eu aproveitei para lavar as panelas novas, retirar as antigas do armário, colocar na mesma caixa das novas (olha a reutilização) e ainda dei uma olhada nas outras repartições do armário e consegui retirar 15 copos (o que um apartamento com 2 moradores humanos e 2 moradores felinos faz com tanto copo?). Após tudo organizado, dentro das caixas reutilizadas, deixei-os no canto que mais tarde levaria à casa da minha tia, que trabalha numa área carente de nossa cidade e com certeza teria serventia. Pois a providência divina foi mais urgente e a faxineira se manifestou dizendo que o filho resolvera se juntar com a namorada, mas não tinham nada ajeitado e tampouco condições de adquirir o mínimo necessário. Falei a ela: agarre minha filha e logo! Ainda me sobrou uma caixa de papelão que ainda hoje serve de playground para os gêmeos (apelido carinhoso de nossa dupla felina), juntamente com outra caixa que deve ter vindo com alguma compra de mercado. Só preciso estudar uma maneira de reforçar estas caixas, uní-las e fazer alguns buracos para que se torne um espaço mais lúdico para as crianças em crescimento.

 

            Nessa balada, além das panelas e copos, eu já revisei livros que logo que fizer a lista estarão disponíveis para venda em www.estantevirtual.com.br e arquivos eletrônicos, ainda esta semana pretendo atacar o armário do quarto dos gêmeos onde estão alguns utensílios ou repetidos ou que nunca foram usados por nós nestes 2 anos de casório e por último o closet. Lidar com nossas roupas e mudanças do corpo é um exercício de reflexão e conhecimento próprio e não só um desfazer de tralha (tralha é tudo aquilo que não me serve, não necessariamente algo quebrado ou inutilizável) e por isso pode demorar um pouco e tenho medo de me tornar uma acumuladora. Separar as roupas pode ser difícil e vai ficando, aí já que não separei as roupas não preciso revisar os livros e também não é preciso mexer naquele cantinho onde fomos deixando algumas coisas e logo, sem me dar conta pode ter me sobrado apenas um corredor para transitar entre os milhares de objetos que uma casa pode guardar.

 Para fugir desse fantasma tenho me policiado da seguinte maneira: algo novo entrou em casa, algo velho tem de sair – só vale para coisas de mesmo peso e valor. Por exemplo, eu não poderia ter entrado com as panelas e ter posto fora uma revista semanal.

Compras complementares – objetos que complementam o uso de algo que já temos em casa devem ser pensados, pesquisados e serem duráveis.

Roupas – mexer no guarda-roupa está difícil? Então enquanto passo a roupa já vejo se voltaria a usá-la, se a resposta for negativa há uma sacola onde estas peças devem ser depositadas e posteriormente separadas.

Por enquanto tem dado certo, pois não precisei comprar nenhum organizador novo e até sobra-me espaços nos armários e gavetas.

E você, o que já doou, reutilizou ou reciclou hoje?

 

Li é genérica, administradora e preocupada em manter sua sanidade, mesmo que seja só pela ecologia.